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A Regaleira: já reabriu o restaurante que inventou as francesinhas

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    Ao atravessar a Ponte D. Luís I, e chegando ao Cais de Gaia, é impossível ficar iniferente ao WOW – World of Wine, um complexo de museus, restaurantes e lojas que veio para dinamizar esta parte da cidade. Tal como seria de esperar, neste complexo é possível encontrar a famosa francesinha. Na mesma zona onde podes comer um belo cachorrinho o Gazela, podes encontrar uma deliciosa francesinha. Mal entras no Brasão, o que te salta à vista é a decoração com a predominância de madeira e pedra. Contudo, o atendimento caloroso ao cliente é o que transmite a sensação de estares num dos melhores espaços da Invicta. Isso é algo que se nota na carta apresentado por este que é um dos espaços mais acolhedores e incríveis da cidade.

    A terceira opção é a Francesinha Parola, a mais parecida com os primórdios. É servida em pão bijou e leva tudo o que levam as outras, menos o bife. As batatas fritas são caseiras e o molho não é muito picante.

    Dizendo que é o restaurante de origem da Francesinha, e entregam o prato frio, porçao pequena, o prato não faz juz à casa e a nivel de molho bem, alem de frio também o sabor andava muito perdido. Embora sejam um modelo de batata diferente, nao combina minimamente com a francesinha. Mas o nivel de atendimento e simpatia dos funcionários foi excelente.

    As conjugações, que conhecemos agora, foram-se adaptando ao que se come atualmente e são uma maneira, por parte da restauração, de dar resposta aos pedidos dos clientes. Hoje em dia, as variantes da verdadeira francesinha são muitas, mas o objectivo da Confraria é "validar a tradição e impedir adulterações". Para Amadeu, estas variações “não são francesinhas, chamem-lhe outra coisa qualquer, mas não lhe chamem francesinhas”. Segundo ele, “entende-se que haja mudanças na tradição e que esta seja ligeiramente alterada mas apenas do ponto de vista da qualidade”. Exemplo disso é o uso actual do pão de forma ao invés do tradicional molete e da substituição da mortadela por bom fiambre. Acima de tudo, é a frescura dos ingredientes e a qualidade das carnes que fazem toda a diferença.

    A equipa de sala mantém os dois funcionários antigos, que têm já vários anos de casa. A decoração também tem muito de antigo, unindo fotografias e quadros nas paredes com diversos objetos do antigo espaço expostos em vitrines e até há um lambrim francesinha café regaleira da década de 50 que pode ser apreciado na sala do andar inferior. Em conjunto com o irmão, Tiago Passos, resolveram reabrir o emblemático restaurante da cidade, que foi fundado em 1934 pelo avô, António Passos. Apesar de o espaço não ser o mesmo, fica na mesma rua, uns metros ao lado do original. Quando em 2018 A Regaleira se viu obrigada a fechar portas, guardou consigo um dos grandes segredos da cidade do Porto. Esta quinta-feira, 1 de julho, voltou a ser possível provar a original francesinha.

    Francesinhas Al Forno da Baixa (Baixa)

    A receita original, com o molho secreto, mantém-se até hoje. Nos anos seguintes, e sobretudo a partir das décadas de 1980 e 1990, a febre da francesinha só cresceu. O prato espalhou-se por todo o país – primeiro pelo norte, depois pelo resto. Cada cidade tentou replicar a iguaria portuense para matar a saudade dos estudantes e trabalhadores que se mudavam do Porto (afinal, quem prova uma boa francesinha fica fã).

    Já abriu o paraíso das francesinhas em Oeiras — e há para todos os gostos

    No entanto, não é de admirar que a francesinha, que faz parte do nome da casa, seja a coqueluche deste espaço. Depois de ter nascido no Minho, a Taberna Londrina apresenta-te uma francesinha deliciosa e com muita qualidade. Acreditamos que deve estar no nosso roteiro pois é, sem dúvida, um espaço a conhecer para comer uma boa francesinha na Baixa.

    • Aqui, existem as versões normal, com batata, com ovo e completa, às quais podes adicionar um bife do lombo extra ou pedir 1/2 francesinha.
    • Um dos espaços mais “jovens” na cidade do Porto, mas que apresenta, para muitos, uma das melhores francesinhas da cidade Invicta.
    • Diz quem já experimentou que esta francesinha é uma das melhores da zona.
    • Outra novidade que vai encontrar em exclusivo no restaurante A Regaleira é um cerveja artesanal criada de propósito para harmonizar com esta francesinha única e com o seu molho.
    • Em conjunto com o irmão, Tiago Passos, resolveram reabrir o emblemático restaurante da cidade, que foi fundado em 1934 pelo avô, António Passos.

    No que toca à francesinha, esta original é um pouco diferente das versões que nos habituámos a ver. Não tem ovo nem batatas fritas, mas há outros detalhes que saltam à vista. Aqui o pão não é pão de forma, é um biju alargado com um formato específico e que continua a ser feito pelos mesmos fornecedores desde o início. Quem espera encontrar bife pode desistir porque a carne é perna de porco assada.

    na cidade

    Fato ou folclore, a verdade é que a francesinha conquistou os portuenses. Daniel David da Silva acabou por se reformar e regressar à sua terra natal, mas a criação dele ganhou vida própria. O restaurante A Regaleira manteve-se como a “casa-mãe” da francesinha durante décadas, ostentando o título de inventor. A seguir, para entender melhor este nascimento peculiar, vale espreitar o contexto urbano e cultural do Porto nos anos 50 – o caldeirão onde esta ideia inovadora fez sentido. Quem costuma comer aqui esta iguaria portuense, diz que não sai desiludido do restaurante. Seja com batatas aos palitos ou às rodelas, as francesinhas do Ruial já são um sucesso.

    Prova disso é que até o famoso chef Anthony Bourdain já lá esteve para provar esta iguaria portuense. O pão torrado, a carne saborosa e as batatas fritas que enchem o prato são os prontos de destaque das francesinhas aqui servidas. A francesinha do Café Santiago, no Porto, foi considerada uma das 50 melhores sanduíches do mundo pelo website The Big 7 Traveler, e elevou o restaurante ao estatuto de referência na gastronomia do Porto. Fundado em 1959, o Café Santiago tem vindo a expandir o negócio e conta agora com portas abertas em 3 moradas diferentes (o Café Santiago e Santiago F, ambos na rua Passos Manuel e Santiago na Praça, na Praça dos Poveiros).